O 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado no Rio de Janeiro, também abriu espaço para discutir os caminhos da inovação no mercado de seguros. Durante a plenária “Inovação em Seguros: Abordagem e Mindset”, realizada no segundo dia do evento, em 28 de agosto, lideranças do setor debateram como as transformações tecnológicas e as mudanças no comportamento do mercado vêm impactando empresas, corretores e a jornada dos segurados.
Para Nelson Alves, COO da MAPFRE, a inovação passa necessariamente pelo corretor de seguros. “Particularmente estamos aqui hoje para falar sobre corretor, grande responsável por conhecer o cliente. Qualquer inovação depende dele e nunca terá fim”, afirmou.
O executivo destacou a importância da cultura de inovação e da criação de estruturas capazes de conectar diferentes áreas da companhia, como precificação, gestão de sinistros e demais setores envolvidos na operação. Segundo ele, esse diálogo é fundamental para que a inovação faça parte de toda a jornada de desenvolvimento das soluções.
Já Luiz Arruda, vice-presidente Comercial e Marketing do Grupo Porto, associou inovação ao aprendizado contínuo. Para ele, diante da velocidade das transformações, aquilo que hoje é considerado inovador pode rapidamente se tornar ultrapassado. “Na Porto, quando a gente fala de inovação, falamos de aprendizado. Com certeza, o que falamos hoje sobre inovação amanhã já está velho”, afirmou.
Arruda também alertou para a importância de não perder de vista o objetivo principal da inovação. “O problema não é a inteligência artificial, mas esquecer qual é a dor do cliente que temos que resolver.”
Na mesma linha, Adilson Lavrador, diretor executivo de Tecnologia, Operações e Sinistros da Tokio Marine Seguradora, destacou que inovar é um processo que precisa estar presente na cultura e na mentalidade das pessoas. “A inovação não acontece do dia para a noite, é um processo. Falamos que é mindset, é para dentro da cultura e na mentalidade das pessoas”, afirmou.
Para ele, o processo inovador não deve ser associado exclusivamente à tecnologia, embora ela tenha um papel fundamental na evolução do setor.
Lavrador citou como exemplo uma iniciativa desenvolvida pela Tokio Marine voltada a mulheres vítimas de violência doméstica, que faz parte do seguro residencial. A criação da cobertura partiu da identificação de uma necessidade existente no mercado e da busca por uma forma de oferecer assistência por meio de uma solução securitária.
A programação contou ainda com a participação internacional de Bruno Sardinha, CIO da Travelers, que chamou atenção para a velocidade das transformações e para a necessidade das empresas acompanharem tendências que vêm se tornando cada vez mais conectadas.
“Quando observamos as macrotendências que acontecem, olhamos as mudanças tecnológicas, as transformações de capital e climáticas. Elas não somente se intensificaram, mas também convergiram. Estes fatores estão ficando mais complexos e têm impacto uns nos outros. É importante trazer a inovação para dentro de casa e ter uma disciplina”, concluiu.
O 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado no Rio de Janeiro, também abriu espaço para discutir os caminhos da inovação no mercado de seguros. Durante a plenária “Inovação em Seguros: Abordagem e Mindset”, realizada no segundo dia do evento, em 28 de agosto, lideranças do setor debateram como as transformações tecnológicas e as mudanças no comportamento do mercado vêm impactando empresas, corretores e a jornada dos segurados.
Para Nelson Alves, COO da Mapfre, a inovação passa necessariamente pelo corretor de seguros. “Particularmente estamos aqui hoje para falar sobre corretor, grande responsável por conhecer o cliente. Qualquer inovação depende dele e nunca terá fim”, afirmou.
O executivo destacou a importância da cultura de inovação e da criação de estruturas capazes de conectar diferentes áreas da companhia, como precificação, gestão de sinistros e demais setores envolvidos na operação. Segundo ele, esse diálogo é fundamental para que a inovação faça parte de toda a jornada de desenvolvimento das soluções.
Já Luiz Arruda, vice-presidente Comercial e Marketing do Grupo Porto, associou inovação ao aprendizado contínuo. Para ele, diante da velocidade das transformações, aquilo que hoje é considerado inovador pode rapidamente se tornar ultrapassado. “Na Porto, quando a gente fala de inovação, falamos de aprendizado. Com certeza, o que falamos hoje sobre inovação amanhã já está velho”, afirmou.
Arruda também alertou para a importância de não perder de vista o objetivo principal da inovação. “O problema não é a inteligência artificial, mas esquecer qual é a dor do cliente que temos que resolver.”
Na mesma linha, Adilson Lavrador, diretor executivo de Tecnologia, Operações e Sinistros da Tokio Marine Seguradora, destacou que inovar é um processo que precisa estar presente na cultura e na mentalidade das pessoas. “A inovação não acontece do dia para a noite, é um processo. Falamos que é mindset, é para dentro da cultura e na mentalidade das pessoas”, afirmou.
Para ele, o processo inovador não deve ser associado exclusivamente à tecnologia, embora ela tenha um papel fundamental na evolução do setor.
Lavrador citou como exemplo uma iniciativa desenvolvida pela Tokio Marine voltada a mulheres vítimas de violência doméstica, que faz parte do seguro residencial. A criação da cobertura partiu da identificação de uma necessidade existente no mercado e da busca por uma forma de oferecer assistência por meio de uma solução securitária.
A programação contou ainda com a participação internacional de Bruno Sardinha, CIO da Travelers, que chamou atenção para a velocidade das transformações e para a necessidade das empresas acompanharem tendências que vêm se tornando cada vez mais conectadas.
“Quando observamos as macrotendências que acontecem, olhamos as mudanças tecnológicas, as transformações de capital e climáticas. Elas não somente se intensificaram, mas também convergiram. Estes fatores estão ficando mais complexos e têm impacto uns nos outros. É importante trazer a inovação para dentro de casa e ter uma disciplina”, concluiu.

