Essa percepção já não corresponde ao mundo em que vivemos.
Chuvas intensas, enchentes, secas e incêndios provocam impactos cada vez maiores sobre cidades, empresas e famílias. Para o mercado de seguros, surge uma questão fundamental: estamos preparados para proteger a sociedade diante dessa nova realidade?
Os prejuízos provocados por eventos climáticos no Brasil são bilionários, enquanto apenas uma pequena parcela dessas perdas conta com proteção securitária. Esse gap de proteção representa uma oportunidade e, principalmente, uma responsabilidade para o nosso mercado.
O seguro não impede uma tempestade ou uma seca. Mas pode ser decisivo para que famílias, empresas e comunidades consigam se recuperar.
Ampliar essa proteção exige discutir prevenção, modelagem de riscos, resseguro, novas coberturas e formas de levar o seguro a uma parcela maior da sociedade.
Esse será o foco da segunda edição do Conversas do Fórum, promovida pelo Fórum Mário Petrelli no dia 19 de agosto, em São Paulo, com o tema “O futuro do seguro frente às catástrofes e aos eventos climáticos”.
Vamos reunir diferentes visões do mercado, incluindo Dario Luna Pla, da Lockton Re, especialista com experiência internacional em gestão de riscos de desastres e seguros paramétricos.
Tenho defendido que o seguro precisa ocupar um espaço cada vez maior nas discussões sobre os grandes desafios da sociedade. As mudanças climáticas certamente estão entre eles.
Quanto mais preparada estiver a indústria de seguros para responder aos novos riscos, mais preparada estará a sociedade para enfrentá-los.
Espero vocês no dia 19 de agosto.
📅 19 de agosto de 2026
📍 ENS – São Paulo/SP
💻 Transmissão on-line
🔗 Inscreva-se: https://lnkd.in/dEBwMNsF
Durante muito tempo, eventos climáticos extremos foram tratados como acontecimentos excepcionais, distantes da realidade cotidiana

