Mercado & Fomento | 19 de junho de 2026

O Brasil entra em um período marcado por dois eventos de grande relevância: a Copa do Mundo e as eleições

Embora sejam temas distintos, ambos costumam influenciar o comportamento da economia, das empresas e dos consumidores.

Historicamente, anos eleitorais trazem maior atenção dos agentes econômicos às decisões de política fiscal, juros, investimentos e expectativas de crescimento. Já a Copa do Mundo movimenta diversos setores da economia, impulsionando consumo, turismo, eventos, publicidade e atividades ligadas ao entretenimento.

Para o corretor de seguros, esse cenário merece uma análise cuidadosa.

Momentos de maior circulação de recursos costumam gerar novas demandas por proteção. Empresas que ampliam operações, empreendedores que investem em crescimento, profissionais que buscam proteger patrimônio e famílias que passam a olhar com mais atenção para planejamento financeiro são exemplos de oportunidades que podem surgir.

Ao mesmo tempo, períodos de incerteza reforçam a importância do seguro como ferramenta de estabilidade. Em ambientes econômicos mais voláteis, cresce a necessidade de proteger renda, patrimônio e continuidade dos negócios.

Mais do que acompanhar manchetes, o corretor deve observar tendências, entender os impactos sobre seus clientes e antecipar necessidades. É justamente nesses momentos que a atuação consultiva ganha ainda mais valor.

Independentemente dos resultados dos campos das urnas, uma certeza permanece: pessoas e empresas continuarão precisando administrar riscos. E essa sempre será uma oportunidade para quem trabalha com proteção.

Marco Antonio Gonçalves

Atualmente, o especialista é presidente do Fórum Mário Petrelli, além de presidir o Conselho Consultivo da MAG Seguros. Desempenha ainda atividades como conselheiro no Conselho de Administração da SICOOB Seguradora e como diretor do Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros de São Paulo (SindsegSP). Formado em Direito, Marco já foi diretor na Câmara Americana de Comércio do Brasil (Amcham) e atuou como vice-presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Também esteve no cargo de diretor da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) e presidiu o Conselho Empresarial de Seguro e Resseguro da mesma instituição. No Grupo Bradesco Seguros, atuou por 40 anos, ocupando diversos cargos de direção, sendo que, quando se aposentou, ocupava o cargo de Diretor Geral da Bradesco Seguros.

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