O mercado de consórcios vive um momento de expansão e, com ele, aumentam também os desafios das administradoras. Mais do que vender cotas, essas empresas precisam manter o consorciado engajado durante toda a vigência do contrato, preservar a adimplência, garantir o equilíbrio financeiro dos grupos e proteger o patrimônio adquirido após a contemplação. Nesse cenário, seguros e capitalização deixam de ser produtos complementares e passam a integrar uma estratégia capaz de gerar mais proteção, previsibilidade e valor para a operação.
Para o corretor de seguros, esse movimento também representa uma oportunidade de ampliar sua atuação consultiva. Ao compreender a jornada do consorciado e as necessidades das administradoras, o profissional pode estruturar soluções que fortalecem o relacionamento com o cliente e contribuem para a sustentabilidade dos grupos.
Segundo Rodrigo Ricciardi, gerente Comercial do Canal Broker da CNP Seguradora, a venda da cota é apenas o início da relação entre administradora e consorciado.
“Administradoras de consórcio têm uma jornada longa com seus clientes. A venda da cota é apenas o começo. Depois disso, existe todo um trabalho de relacionamento, adimplência, contemplação, proteção do bem e continuidade dos pagamentos. É nesse contexto que os seguros podem ampliar a proteção, receita e valor para a operação.”
Cada fase do consórcio apresenta riscos e oportunidades diferentes, o que permite conectar soluções específicas às necessidades da operação.
Um dos momentos mais delicados acontece após a contemplação, quando o consorciado já recebeu o bem, mas ainda precisa manter o pagamento das parcelas. Nessa etapa, o Seguro Quebra de Garantia (SQG) ajuda a reduzir os impactos da inadimplência para a administradora e para o grupo, trazendo mais previsibilidade à gestão.
“O Seguro Quebra de Garantia apoia a administradora no risco de inadimplência após a contemplação”, explica Ricciardi.
Outra solução importante é o Seguro Prestamista, que protege o consorciado e sua família diante de situações que possam comprometer a capacidade de pagamento da cota, como morte, invalidez, incapacidade ou perda de renda, conforme as condições contratadas. Além de oferecer segurança ao cliente, a cobertura contribui para reduzir riscos de inadimplência e preservar a saúde financeira do grupo.
Já no consórcio imobiliário, o Seguro Danos Físicos ao Imóvel (DFI) protege o patrimônio adquirido contra eventos como incêndio, vendaval, desmoronamento, inundação e alagamento, oferecendo mais tranquilidade tanto para o consorciado quanto para a administradora.
Além dos seguros, a Capitalização pode ser utilizada como ferramenta para fortalecer campanhas de vendas, estimular a adimplência e aumentar o engajamento dos consorciados ao longo de uma relação que costuma durar anos.
“O DFI protege o imóvel contemplado no consórcio imobiliário. E a Capitalização pode apoiar campanhas de venda, adimplência e engajamento”, destaca o executivo.
Na avaliação de Ricciardi, o corretor pode assumir um papel estratégico ao atuar junto às administradoras de consórcio. Em vez de oferecer produtos isolados, o profissional passa a construir soluções alinhadas aos desafios da operação.
“Para o corretor, esse é um mercado com grande potencial de atuação consultiva. O primeiro passo é entender a operação da administradora: quais grupos ela administra, quais são os produtos mais relevantes, onde estão os principais riscos, como funciona a jornada do consorciado e quais objetivos comerciais ela deseja alcançar.”
Segundo ele, esse diagnóstico permite desenvolver uma estratégia mais completa, conectando diferentes soluções de proteção às necessidades de cada administradora.
“Quando o corretor organiza essa conversa de forma estratégica, ele deixa de apresentar produtos isolados e passa a construir uma solução integrada para a administradora. Isso gera mais valor para o cliente, fortalece a operação e abre oportunidades de relacionamento de longo prazo.”
Além de reduzir riscos, seguros e capitalização também ajudam as administradoras a diferenciar sua proposta de valor em um mercado cada vez mais competitivo.
“Outro ponto importante é que essas soluções também podem contribuir para diferenciar a proposta da administradora. Em um mercado competitivo, oferecer uma jornada mais protegida, com estímulos à adimplência e ferramentas de engajamento, pode fortalecer a percepção de valor do consorciado”, afirma Ricciardi.
Ele acrescenta que a estratégia da CNP Seguradora é justamente apoiar administradoras e corretores com soluções voltadas para diferentes momentos da jornada do consórcio.
“Na CNP Seguradora, buscamos apoiar esse ecossistema com um portfólio pensado para diferentes momentos da jornada do consórcio, ajudando administradoras e corretores a conectarem proteção, previsibilidade e geração de valor.”
Ao ampliar sua atuação para além da venda da cota, as administradoras fortalecem o relacionamento com os clientes, aumentam a proteção dos grupos e criam novas oportunidades de receita. Para os corretores, esse cenário abre espaço para uma atuação consultiva, baseada na compreensão dos desafios da operação e na oferta de soluções capazes de agregar valor durante toda a jornada do consorciado.
Administradoras de consórcio e corretores interessados em conhecer melhor as soluções da CNP Seguradora para o setor podem entrar em contato com o time comercial:
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