Seguradoras de risco cibernético estão revisando cláusulas de apólices que definem, há anos, o que caracteriza um ataque e quando a cobertura deve ser acionada. O motivo é a chegada de agentes de inteligência artificial capazes de agir de forma autônoma e, em alguns casos recentes, de maneira imprevista.
De acordo com reportagem da Reuters, executivos de seguradoras como MSIG, QBE e Beazley confirmaram que estão ajustando a linguagem de suas apólices tradicionais para dar conta de riscos ligados a sistemas que tomam decisões próprias após receber uma instrução inicial. A mudança foi motivada por uma sequência de incidentes registrados a partir de julho deste ano

