Durante entrevista ao programa Bate-Bola, da TV CQCS, apresentado por Gustavo Doria Filho, Bruno Tardin Badini, CEO da Vertigo, ressaltou que a escolha da tecnologia considera fatores como segurança, controle de custos e capacidade de aplicação em ambientes corporativos complexos.
“A gente enxerga que, dos vários modelos que têm disponíveis no mercado para o mundo corporativo, o Claude oferece um conjunto de funcionalidades e de arcabouços muito importantes em termos de governança, em termos de controle de custo”, afirmou Badini.
Segundo o executivo, a estratégia envolve também o gerenciamento financeiro do uso da inteligência artificial, conhecido como FinOps, que permite acompanhar os custos relacionados ao processamento e ao consumo de tokens.
O trabalho da Vertigo consiste em aproximar tecnologias avançadas das necessidades práticas das empresas, contribuindo para que as soluções sejam efetivamente incorporadas às operações. “Nosso trabalho é fechar o gap, é a última milha de implantação de uma tecnologia de ponta dentro de um cliente”.
A Vertigo está ampliando sua atuação em inteligência artificial por meio de sua parceria tecnológica com a Anthropic, desenvolvedora do modelo Claude. A iniciativa integra a estratégia da consultoria de oferecer soluções que combinam automação, eficiência operacional e governança para empresas de diferentes setores, incluindo o mercado segurador. A iniciativa, denominada Driven by Claude, integra a preparação da consultoria para oferecer ao mercado o programa AI Journey, uma jornada estruturada de adoção da inteligência artificial.
A combinação das tecnologias permite atuar tanto na criação quanto na supervisão dos agentes inteligentes. “A gente está conseguindo, com a Anthropic, a criação e a modelagem desses agentes e, com essa plataforma da Kong, consegue fazer a execução, a governança real de como cada uma dessas coisas está executando”, concluiu.
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