O segundo semestre começou com alta relevante nos preços de seguros automotivos. Segundo levantamento da Minuto Seguros, empresa da Creditas e maior corretora digital independente do Brasil, em julho os valores subiram em média geral 11% para homens e 26% para mulheres na comparação com junho.
Em São Paulo, os cinco modelos mais vendidos do país em julho, segundo a Fenabrave (Polo, Argo, T-Cross, Mobi e Creta), registraram aumentos expressivos nas apólices. No caso do Fiat Mobi (4º mais vendido) disparou 45%, enquanto o VW Polo (líder do ranking) subiu 25%, seguido por Creta que avançou em 13%. Tracker, Fastback e Kicks retornam à lista com apólices acima de R$1.900 reais.
Volkswagen Polo: R$ 2.219,51 (+25,8%)
Fiat Argo: R$ 1.601,01 (+0,6%)
Volkswagen T-Cross: R$ 2.204,32 (+6,8%)
Fiat Mobi: R$ 2.254,12 (+45,6%)
Hyundai Creta: R$ 2.132,09 (+13,4%)
Chevrolet Onix: R$ 1.567,81 (−3,2%)
Chevrolet Tracker: R$ 2.048,92 (novo na lista em julho, sem comparação direta com junho)
Toyota Corolla Cross: R$ 2.871,71 (−4,9%)
Nissan Kicks: R$ 2.212,54 (novo na lista em julho, sem comparação direta com junho)
Fiat Fastback: R$ 1.941,32 (novo na lista em julho, sem comparação direta com junho)
O preço médio das apólices de seguro dos veículos mais vendidos do Brasil apresentou alta em julho. Para os homens, a média chegou a R$2.341,63, crescimento de 11% em relação a junho. Entre as mulheres, o valor médio foi de R$2.903,55, um avanço de 26% no mesmo período.
Maiores variações por modelo
Novo Polo Comfortline TSI 1.0 Flex Aut.: O veículo se manteve como o mais vendido em julho e performou entre os seguros mais acessíveis do ranking, mas apresentou aumento relevante em julho. Para os homens, o preço médio foi de R$2.219,51, alta de 30,1% em relação a junho, Distrito Federal (+35,1%), Bahia (+31,4%) e Espírito Santo (+23,7%) foram as capitais com maiores aumentos percentuais. Já entre as mulheres, o valor chegou a R$ 2.794,72, com crescimento de 27,4% frente a junho e as maiores variações ocorreram no Rio de Janeiro (+35,9%), seguido do Espírito Santo (+30,8%) e em Minas Gerais (+29,2%).

