Além do Bradesco, o Citi também vai participar do financiamento da compra da Amil pelos fundos Advent e Bain Capital. O banco americano, aliás, deve responder pela maior parte do crédito, segundo fonte a par das conversas.
O financiamento é necessário porque a transação — que ainda não está finalizada — pretende avaliar a operadora de planos de saúde em mais de R$ 15 bilhões. É, portanto, um cheque superlativo até mesmo para dois fundos globais como Advent e Bain assinarem numa só tacada para comprar um negócio no Brasil.
Os fundos querem ficar com 100% da Amil. Ou seja, a transação representaria a saída completa de José Seripieri Filho, o Júnior, da operadora de saúde. Inicialmente, o empresário queria continuar como sócio da empresa, comprada por ele, na pessoa física, há menos de três anos e cuja operação voltou a dar lucro sob seu comando. Agora, porém, Júnior já estaria convencido de que vale a pena abrir mão de toda a Amil pelo preço que está sendo negociado.

