Após os feedbacks de corretores interessados em entender melhor a proteção do seguro Residencial contra alagamentos, enchentes e inundações provocados por chuvas intensas, a Allianz Seguros detalhou como funciona a cobertura, quais situações estão inclusas e como é feita a avaliação dos riscos.
Disponível desde outubro de 2025, a proteção pode ser contratada como cobertura adicional em novas apólices residenciais da “Oferta Personalizada”, em todo o território nacional. Nela, estão contempladas proteções contra danos provocados pelo acúmulo de água nas ruas em razão de problemas de drenagem ou pelo transbordamento de rios e lagos após chuvas intensas. Segundo Fábio Morita, vice-presidente de Automóvel, Massificados e Vida da companhia, a medida visa oferecer mais segurança aos clientes diante do aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos.
Entre as situações não contempladas estão os danos causados pelo rompimento de tanques e tubulações das redes de água e esgoto, pelo acionamento ou vazamento de sprinklers e por transbordamentos acidentais de banheiras, tanques, pias, máquinas de lavar, torneiras e aquários da própria residência. Também não são cobertos prejuízos provocados pela entrada de água da chuva por portas, janelas, frestas ou aberturas naturais do imóvel, além de danos decorrentes de calhas entupidas e vazamentos hidráulicos.
“Para garantir que o segurado esteja realmente protegido, é essencial elencar quais são as prioridades e necessidades de proteção do imóvel. Na Allianz, disponibilizamos opções diversificadas para que o cliente selecione a que melhor atende às suas necessidades, montando uma apólice sob medida”, diz. Para ajudar nessa escolha, o executivo recomenda que os consumidores sempre contatem um corretor de seguros. “Ele é o profissional apto a prestar consultoria e indicar as coberturas mais eficientes e o pacote mais aderente a cada perfil”, afirma.
Como prever os alagamentos
A companhia utiliza análises de curto, médio e longo prazo para prever possíveis impactos de fenômenos como o super El Niño. O trabalho considera o histórico de eventos extremos e o mapeamento de regiões mais expostas, orientando as estratégias de subscrição.
Além disso, a seguradora utiliza modelos de Catástrofes Naturais, conhecidos como NatCat, para analisar a exposição de cada imóvel a enchentes e inundações. A metodologia considera a geocodificação dos endereços, as características construtivas das residências e análises espaciais e topográficas.
Com base nesses dados, o preço da cobertura pode variar conforme a localização, o histórico de sinistros e o nível de risco climático da região.
A Allianz também conta com um painel de monitoramento de eventos climáticos em tempo real, que reúne boletins externos, como os do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), notícias e informações sobre o volume de atendimentos por região. A ferramenta auxilia na preparação da operação e na resposta a eventos severos.

