Depois de seis meses de negociação, chegou ao fim a possibilidade da Amil ser vendida aos fundos Advent e Bain Capital.
José Seripieri Filho, o Junior, disse não à oferta dos americanos e, portanto, não vai abrir mão do controle da companhia.
A Amil, que tem 3,5 milhões de clientes em sua carteira, deve encerrar 2026 com o maior Ebitda dos últimos 15 anos, cerca de R$ 2,5 bilhões.
(Atualização, às 12h18. A Amil enviou há pouco um comunicado aos seus funcionários sobre o encerramento da negociação com a Bain e Advent: “”O maior ativo dessa companhia é o nosso DNAmil. E esse DNA está em cada um de nós que abraçou esta organização para fazê-la voar novamente. Este time, em conjunto, construiu uma grande virada empresarial na história desse país em apenas dois anos e meio, com excelentes resultados financeiros, mas, muito mais importante, com resultados de atendimento médico-assistenciais espetaculares, que são os pilares de nossa existência e propósito, e assim continuarão a ser. Como você sabe, todo esse sucesso chamou a atenção e despertou o interesse de grandes fundos de investimento, o que é normal, que apresentaram propostas para adquirir parte ou até mesmo 100% da nossa companhia. Nós conversamos com esses investidores, como é praxe no mercado, porém gostaríamos de informar a você, em primeira mão, que esse processo está encerrado, sem qualquer mudança societária na companhia. Sempre estaremos abertos a propostas futuras de investimentos minoritários na companhia, preservados nossos princípios e valores. Nossa decisão é a de que a Amil vai seguir, com toda força, seu projeto de crescimento rumo à liderança na saúde suplementar brasileira, com a nossa gente, com os nossos líderes, nossa força de vendas, nossos médicos parceiros, nossos clientes e com o nosso DNAmil. Teremos um 2026 próspero e continuaremos nossa jornada rumo à liderança, certos de que essa jornada de sucesso que estamos trilhando vai nos trazer ainda mais orgulho e conquistas”.”)

