Em um país onde cerca de 75% dos brasileiros ainda não possuem nenhum tipo de seguro tradicional, cresce a busca por soluções de proteção mais acessíveis, simples e conectadas ao dia a dia. São produtos pensados para resolver imprevistos comuns, como danos à residência, perda de documentos, roubo de celular ou emergências de saúde, com baixo custo e contratação facilitada.
Nesse contexto, os microsseguros ganham relevância como uma nova fronteira de proteção no Brasil. Com foco em assistências práticas e tickets reduzidos, esse tipo de solução vem sendo incorporado por empresas de varejo, serviços, telecomunicações e plataformas digitais como forma de ampliar o acesso à proteção financeira e gerar valor na jornada do consumidor.
Segundo Guilherme Menezes Coelho, superintendente atuarial e de produtos da CNP Seguradora, os microsseguros respondem a uma demanda real do mercado. “São produtos desenhados para resolver situações do cotidiano, com simplicidade e rapidez. Eles se adaptam bem a diferentes canais e ajudam a incluir públicos que historicamente ficaram fora do sistema de seguros”, afirma.
Do ponto de vista comercial, a capilaridade e a proximidade dessas empresas com o consumidor final aceleram a adoção. “A proteção precisa estar onde as pessoas já estão. Integrar microsseguros à jornada do cliente reforça o relacionamento e amplia o portfólio de forma leve e eficiente”, explica Renata Cesário Assis, superintendente Hunter comercial da CNP Seguradora.
Esse movimento é viabilizado pelo modelo white label da CNP Seguradora, no qual a companhia assume toda a complexidade da operação, desde o desenho do produto e a adequação regulatória até tecnologia, atendimento e pós-venda, permitindo que os parceiros ofereçam soluções sob sua própria marca.
Integrante do grupo internacional CNP Assurances, a CNP Seguradora atua no Brasil há mais de duas décadas, desenvolvendo soluções de proteção adaptadas à realidade do mercado local e às necessidades dos parceiros.

