O CEO da Grupo Exalt, Alexandre Federman, participou do Bate Bola CQCS, apresentado por Gustavo Doria Filho. Durante a entrevista, o executivo detalhou o crescimento sólido da empresa e reforçou que o segredo do sucesso está em turbinar a operação sem tirar a identidade do profissional.
A trajetória da Exalt sob a gestão de Federman impressiona pela precisão. Ao assumir, em abril do ano passado, a empresa contava com 70 corretores. Após iniciar um plano de expansão em agosto de 2025, a meta era encerrar o ano com 92 membros, objetivo superado com a marca de 93 corretores. Hoje, o grupo já soma 97 empresas parceiras.
Federman afirmou que o plano para 2026 segue a mesma linha milimétrica. “O foco não é a quantidade indiscriminada, mas a qualidade e o alinhamento de visão. A gente não quer corretor de toda parte. Queremos empresários de seguros que falem a nossa língua e que queiram ir além da venda”.
Um dos maiores obstáculos para um corretor se juntar a um grupo é a vaidade e o receio de perder a autonomia. O executivo desmistifica essa ideia com uma analogia poderosa: “A sua Ferrari continua sendo sua. O volante é seu, a estratégia é sua e o lado para onde você vai é você quem escolhe. O que a Exalt faz é colocar uma turbina no seu carro e te ajudar a pilotar”, explicou.
Ao se tornar parte da agregadora, o corretor mantém sua marca e cultura, mas ganha o suporte de uma estrutura que oferece benefícios inéditos no mercado e um poder de negociação que, sozinho, dificilmente alcançaria. Para os parceiros de negócios que buscam sair da zona de conforto da venda técnica e ingressar na gestão corporativa de alto nível, o processo começa com uma conversa franca.
O time comercial da Exalt realiza um estudo detalhado da operação do candidato para entender se há sinergia. “A gente faz questão de entender o momento do corretor. Se percebermos que não somos o melhor caminho para aquela operação específica, seremos honestos”, concluiu.

