Quebre as suas muletas e comece por você, proteja quem você ama!
Pois, em caso de despressurização, coloque a máscara primeiro em você, para depois cuidar de quem está ao seu lado.
Durante muito tempo, o corretor de seguros se acostumou a usar as muletas das justificativas, como, “o brasileiro não tem cultura de seguro de vida”, “seguro de vida é difícil de vender”, “as pessoas não querem falar sobre morte”.
São frases que se repetem há anos e que servem mais como desculpas confortáveis e que impedem uma reflexão mais profunda sobre o nosso papel.
Mas a verdade é dura e precisa ser dita, a baixa penetração do seguro de vida não é culpa da falta de cultura da sociedade, e sim da falta de oferta e de qualidade na oferta.
É o reflexo direto da ausência de capacitação, de propósito e de tempo dedicado por muitos profissionais a um produto que, na verdade, deveria estar no centro da nossa atuação.
O seguro de vida não é somente uma apólice. É uma ferramenta essencial de planejamento e proteção financeira, capaz de garantir a continuidade da renda, dos sonhos, projetos, de preservação do patrimônio familiar e de proporcionar tranquilidade nos momentos mais difíceis.
Enquanto muitos profissionais ainda se apoiam nas muletas do discurso, o mercado de seguros de vida cresce dois dígitos ao ano, revelando que a necessidade existe, e é urgente.
Cresce apesar da omissão, cresce porque a necessidade é latente, porque vida segue seu curso e o risco morte é inevitável, porque, todos os dias, a cada cinco minutos, um provedor de renda morre. Mais de 82% deles não têm proteção financeira, deixando famílias e sonhos desamparados.
Essas estatísticas não são números frios, são histórias reais de vidas que poderiam ter sido diferentes.
Histórias que poderiam ter outro final, se alguém tivesse escolhido falar sobre o seguro de vida, em vez de se esconder atrás das muletas.
Está na hora de quebrar as muletas. De olhar para o espelho e entender que o primeiro passo começa em nós.
Porque, assim como nas instruções de segurança de um voo, precisamos colocar a máscara em nós mesmos primeiro, entender, contratar e acreditar na importância do seguro de vida, para depois cuidar de quem está ao nosso lado.
O seguro de vida é mais do que um processo de venda. É um ato de amor, de responsabilidade e de consciência.
E quem compreende isso, não vende apólices, entrega proteção, propósito e dignidade.
Que sejamos incomodados à proteger, que sejamos responsáveis em agir.
Forte Abraço!
Rogério Araújo

