Nesse texto de agosto de 2025, temos as seguintes conclusões.
1) Pesquisa com Acadêmicos da ANSP
A cátedra de “Ciências Econômicas do Seguro” da ANSP fez e acabou de divulgar. Um trabalho que faz um levantamento da opinião dos profissionais participantes dessa instituição.
Abaixo, para mais detalhes, o link do estudo.
http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/artigo575a.pdf
A seguir, as conclusões principais.
Ao todo, foram 9 perguntas, abordando vários aspectos, enviados a um grupo altamente qualificado, que é importante registrar, um grupo influente no setor de seguros. Na tabela, algumas informações que podemos fazer, que superam a margem de erro.

2) Sinistralidade do patrimonial volta ao padrão usual
No ano passado, tivemos o efeito das enchentes do Rio Grande do Sul, com o aumento da sinistralidade. Nesses seis meses de 2025, os valores voltaram ao padrão usual. Ver gráfico correspondente.

3) Leve efeito negativo do tarifaço no crescimento do país
O tarifaço já está provocando um leve efeito nas previsões de crescimento do país para 2025. Nesse momento, uma perda de menos de 0,05%. É importante observar o comportamento dessa variável.

Por outro lado, as previsões de inflação estão em queda para 2025, já abaixo de 5% ao ano, se aproximando do limite superior da meta, que é de 4,5%.
5) Crescimento dos seguros de risco ficou em 8% no semestre

O crescimento das operações de risco em seguro ficou em 8% no primeiro semestre, superando a taxa inflacionária. Nesse período, o segmento mais prejudicado foi o ramo rural, com queda inclusive nominal. Caso esse segmento tivesse tido um crescimento dentro do esperado, a variação total do setor ganharia mais um ponto percentual, chegando a 9%.
6) Os desafios do VGBL
Houve alteração na tributação no VGBL com a existência do IOF a partir de certo patamar de aplicação (R$ 600 mil por ano). Isso acabou proporcionando uma queda de 15% no semestre desse ano, quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Isso é um grande desafio para esse ativo nesse momento.

