Em um ambiente de juros elevados, com a Selic mantida em 15% ao ano, o maior nível em duas décadas, o consórcio ganha tração como solução estratégica para consumidores e empresas que buscam planejamento financeiro eficiente e menor impacto no fluxo de caixa. Nesse contexto, a Wiz Parceiros, unidade de negócios do Grupo Wiz Co, vem ampliando sua participação e fortalecendo sua atuação no segmento, aproveitando o momento em que a modalidade se consolida como alternativa ao financiamento tradicional.
Os resultados reforçam esse movimento. No primeiro semestre de 2025, a companhia registrou R$ 35,9 milhões em receita bruta, crescimento de 34% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida ex-comissões somou R$ 20,8 milhões, alta expressiva de 72,1%, enquanto a distribuição total de consórcios atingiu R$ 2 bilhões, avanço de 25,1% na comparação anual.
Segundo Valney Correa, diretor comercial da Wiz Parceiros, o momento reforça a atratividade do consórcio no planejamento financeiro do brasileiro: “A demanda pelo consórcio como alternativa ao financiamento tem se intensificado. O cenário de juros elevados da Selic, tem levado muitas pessoas e empresas a compararem cuidadosamente os custos das diferentes modalidades de aquisição, encontrando no consórcio uma solução estratégica e de menor impacto financeiro.”
Além disso, o executivo ressalta que “na Wiz Parceiros, temos ampliado as oportunidades oferecidas aos nossos clientes, indo muito além da simples aquisição de bens. O consórcio, pela sua versatilidade, vem se consolidando como uma estratégia financeira relevante, utilizada por empresas que buscam capital a baixo custo, além de apoiar projetos de construção, reforma e até reestruturação de dívidas.” Os segmentos puxadores da demanda incluem veículos leves e pesados, imóveis, agro e equipamentos — “o consórcio deixa de ser apenas uma alternativa ao crédito e passa a integrar planejamento financeiro estratégico”, conclui.
Este conjunto de fatores, juros altos, maior conscientização financeira e oferta mais estruturada de produto, aponta para um novo ciclo no mercado de consórcios, no qual a modalidade deixa de ser coadjuvante e assume protagonismo no portfólio de soluções financeiras.

