A operação de riscos corporativos da Mapfre encerrou o primeiro semestre de 2026 em crescimento, impulsionada pelo avanço em linhas de maior complexidade e pela expansão da carteira de Property (riscos patrimoniais). O desempenho acompanha o reposicionamento do canal Corporate Brokers, liderado por Ricardo Carqueijo desde o início do ano, que incluiu ajustes no modelo comercial, no apetite técnico e na atuação em segmentos como engenharia, aviação, agronegócio e programas multinacionais.
O crescimento foi sustentado principalmente por operações nos setores de energia, infraestrutura, agronegócio, logística, indústria e aviação. Enquanto o mercado registrou retração de 0,5% no comparativo anual até abril, a Mapfre avançou cerca de 5% no segmento de Empresas, com destaque para a carteira de Property.
Entre as linhas que mais cresceram no período estão os seguros de Riscos Nomeados e Operacionais, que registraram alta de 42% na comparação anual e de 7% no acumulado do ano. Segundo a seguradora, o desempenho reflete o aumento da demanda de empresas que vêm revisando seus programas patrimoniais e reavaliando coberturas para ativos, operações e projetos de expansão.
Outras frentes de negócios também apresentaram evolução ao longo do semestre. No Agronegócio, a companhia registrou crescimento de 7% em abril na comparação anual, mesmo diante de um mercado que recuou 7% no mesmo período.
A estratégia também incluiu uma maior aproximação com corretoras especializadas em riscos corporativos. Atualmente, a Mapfre mantém relacionamento com brokers globais como Aon, Gallagher, Lockton, Marsh, MDS e WTW, responsáveis pela intermediação de algumas das maiores operações de seguros corporativos do país.
“Os primeiros meses do ano foram marcados por uma aproximação ainda maior com os brokers. Grande parte das oportunidades que vimos neste semestre veio de empresas que estavam revisitando seus riscos. Muitas companhias cresceram, investiram em novas plantas, ampliaram operações ou passaram por processos de aquisição, o que naturalmente gera a necessidade de reavaliar estruturas de proteção e programas de seguros”, afirma Ricardo Carqueijo, diretor de Corporate Brokers da Mapfre.
Para Karine Brandão, diretora executiva comercial da Mapfre, o comportamento da carteira demonstra um aumento da procura das empresas por soluções especializadas e seguradoras com experiência em riscos corporativos.
“O corretor tem um papel cada vez mais relevante na construção dessas soluções. Por isso, temos investido na proximidade com os brokers e na integração entre as áreas técnicas e comerciais da companhia, criando condições para atender operações que exigem conhecimento prévio e capacidade de subscrição”, conclui.


