A Vertigo, consultoria especializada em tecnologia que integra estratégia, dados, cloud e inteligência artificial, oferece um portfólio completo de soluções corporativas em IA, consolidando-se como referência para empresas que buscam incorporar a tecnologia de forma estratégica, escalável e alinhada à governança e aos processos de negócio. A empresa estruturou o aprendizado em uma “esteira de ofertas”, permitindo que cada fase seja contratada de forma independente, de acordo com a maturidade da empresa em IA.
No primeiro semestre deste ano, a Vertigo já treinou 100% dos times, certificou todos os colaboradores em inteligência artificial, implementou mais de 45 agentes em produção, economizou cerca de quatro mil horas e gerou savings de US$ 480 mil, comprovando resultados práticos da adoção da tecnologia.
Atualmente, o portfólio é dividido em cinco etapas estratégicas: descobrir, com diagnóstico gratuito de maturidade em IA e definição de prioridades; capacitar, com masterclasses que formam times fluentes em IA; implantar, com agentes de IA empacotados e modernização de legados; sustentar, garantindo governança padronizada e conformidade desde o primeiro dia; e inteligência, oferecendo inteligência documental corporativa para respostas seguras e contextualizadas a questões estratégicas.
Um dos pontos destacados pela consultoria é que a fase Sustentar do framework existe para evitar que uma implantação de inteligência artificial vire legado em 18 meses. “Ela cobre monitoramento de performance do modelo, atualização de bases de conhecimento, ajuste de prompts em produção e adequação a novos regulatórios, com rastreabilidade de mudança”, informa.
Com a inteligência artificial aplicada à linguagem, raciocínio e dados, a Vertigo passou a operar na camada de conhecimento dos clientes, não só na camada de integração e entrega de software.
“O framework de cinco fases (Descobrir, Capacitar, Implantar, Sustentar e Inteligência) traduz exatamente isso: a empresa não vende ferramenta, mas sim um ciclo de maturidade em IA que começa no diagnóstico e termina na inteligência operacional contínua, combinando modelos preditivos, agentes, RAG e machine learning conforme o problema de negócio exige”, destaca a Vertigo.
Além de agilizar processos e reduzir custos, a Vertigo enfatiza a criação de novas oportunidades de negócio e a mitigação de riscos regulatórios, especialmente para setores que lidam com alto volume de dados e normas complexas.
O setor de seguros concentra três desafios que a Vertigo resolve diretamente. A consultoria oferece soluções de inteligência artificial para o segmento securitário que gerenciam a complexidade documental de apólices, sinistros e normas da Susep, automatizam fluxos críticos de subscrição, análise de risco e atendimento por meio de AI Agents integrados, e incorporam conformidade como parte estrutural desde a implantação, garantindo governança e segurança regulatória.
A Vertigo reforçou sua capacidade em IA generativa ao anunciar parceria com a Anthropic – Claude Partner Network, que entra como parceiro tecnológico. “O Claude é o modelo que sustenta o programa Driven by Claude, que a Vertigo rodou internamente antes de levar ao mercado”, detalha.
A parceria entre as empresas confirma que a empresa não está apenas testando a tecnologia, mas entregando inteligência artificial em produção, com suporte a clientes enterprise.
A colaboração acrescenta três capacidades operacionais à fase Sustentar: aviso prévio sobre atualizações de modelo, permitindo testes antes da propagação para clientes; suporte prioritário para incidentes críticos com SLA contratual; e visibilidade de roadmap, que orienta o planejamento de soluções como a White Label Platform e o Private LLM da Vertigo.
Futuro do mercado de seguros
Em relação ao futuro, a Vertigo acredita que o mercado regulado vai viver uma separação clara entre dois grupos de empresas: as que implantaram alguma forma de IA e as que conseguem governar, auditar e evoluir IA em produção, seja ela preditiva, agêntica ou baseada em recuperação de conhecimento. O segundo grupo ainda é menor, e é exatamente onde a Vertigo quer ser referência.
De acordo com a consultoria, nos próximos três anos, a aposta é em três frentes. A primeira delas é a IA soberana, a qual clientes do FSI e do setor público vão exigir cada vez mais controle sobre onde os dados trafegam e como o modelo raciocina. Nesse caso, o Private LLM da Vertigo já responde a isso.
A segunda frente é em agentes autônomos em processos críticos, não assistentes, mas agentes que tomam decisões dentro de fluxos regulados, com trilha de auditoria. Para finalizar, a Vertigo explica que a terceira frente é a AI Governance como produto e não como consultoria pontual, uma camada contínua de conformidade que acompanha o ciclo de vida dos modelos em produção.

