O 8º Fórum & Festival Longevidade 2026 foi realizado na sexta-feira (25), no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O evento reuniu especialistas e representantes de diferentes setores para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao aumento da longevidade.
Entre os destaques da programação esteve o painel “Longevos que transformam o mundo”, que contou com a participação de Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade MAG; Luiz Galina, diretor do Sesc São Paulo; e Egídio Dórea, coordenador do programa USP60+ e cofundador da ATIVEN, que também atuou como moderador do debate.
Durante sua participação, Molina destacou a necessidade de incluir os jovens nas discussões sobre longevidade, considerando que as decisões tomadas ao longo da vida têm impacto sobre o futuro.
“Um painel muito interessante, que tratou especificamente dos desafios da longevidade. Um dos pontos importantes dessa discussão é incluir os jovens. Os jovens de hoje serão certamente os idosos de amanhã, e esse é um grande desafio, porque muitos ainda não querem pensar no futuro ou se recusam a fazer esse planejamento.”
O presidente do Instituto de Longevidade MAG também ressaltou que o tema deve ser tratado de forma ampla, envolvendo diferentes gerações e aspectos da vida.
“Precisamos entender que o dia de amanhã pertence a todos nós: crianças, jovens e idosos. O Fórum e outros eventos sobre longevidade têm exatamente esse objetivo: falar com todos, especialmente com os mais jovens, sobre como podemos nos preparar para o futuro em diferentes aspectos.”
Antônio Leitão, especialista em longevidade do Instituto de Longevidade MAG, destacou a participação da instituição no evento e sua atuação na promoção de debates sobre o tema.
“O Fórum e Festival Longevidade está acontecendo pela primeira vez no Ibirapuera, no Pavilhão da Bienal. O Instituto, como nos anos anteriores, está participando e contribuindo com conteúdos, painéis e palestras.”
Leitão também reforçou que a longevidade envolve questões que vão além do envelhecimento e devem ser consideradas ao longo de toda a trajetória das pessoas.
“Essas discussões envolvem temas como finanças pessoais, saúde, mercado de trabalho e muitos outros aspectos relacionados à longevidade. É importante lembrar que o debate sobre longevidade não deve dizer respeito apenas às pessoas idosas.”
Para o especialista, a preparação para um envelhecimento saudável e com segurança financeira precisa começar antes da chegada à terceira idade.
“O envelhecimento saudável e financeiramente protegido não é construído depois dos 50, 60 ou 70 anos. Ele começa desde sempre. Por isso, a pauta da longevidade é para todos.”

