O Grupo PROAUTO, formado pela Blocx, PROAUTO e Velox, marcou presença de peso no CQCS Inovação 2025, reforçando o papel estratégico da assistência 24 horas, o avanço das APVs e cooperativas e os impactos da nova regulamentação para o mercado, especialmente para corretores que atuam no segmento de proteção veicular.
Abrindo a participação do grupo, Rafael Torquetti, CEO da PROAUTO e Velox, destacou a relevância de reposicionar a assistência 24 horas como elemento-chave na jornada do segurado e como gerador de valor para todo o ecossistema. “É um prazer poder estar aqui no CQCS, falando de um tema tão importante que é a assistência 24 horas, de como é que a gente traz luz e protagonismo para um tema que é fundamental na experiência do cliente. Poder participar do painel, poder debater esse tema e mostrar como é que a gente é gerador de valor nesse processo foi fundamental”, afirmou.
Para o corretor, a mensagem reforça um ponto essencial: assistência de qualidade é percepção direta de entrega, e empresas do setor começam a disputar esse espaço com inovação e eficiência operacional.
Na sequência, Leandro Ramos, presidente da PROAUTO, trouxe ao evento uma análise otimista sobre o avanço regulatório das mútuas e cooperativas e a chance de ampliar o acesso à proteção para quem hoje está fora do mercado tradicional. “Acabei de participar de um painel aqui no CQCS Inovação 2025, onde a gente falou sobre as novas oportunidades do mercado regulado. Nós saímos daqui com um pensamento e com um alinhamento. As mútuas e as cooperativas vêm para ser inclusivas, dar acesso a quem não tem um seguro tradicional. E eu não tenho dúvida que, concluindo a regulamentação, vamos conseguir dar acesso às pessoas que nunca tiveram nenhum tipo de seguro”, disse.
Encerrando a participação do grupo, Leticia Abdo, sócia-proprietária da Velox Contact Center, apresentou um verdadeiro panorama histórico do surgimento das APVs e discutiu as transformações que o segmento enfrenta após o início da normalização regulatória.
Leticia detalhou a origem das APVs há mais de 20 anos, principalmente em Minas Gerais, quando os grupos se organizavam por meio das chamadas “maternidades”, sistemas colaborativos que faziam rateio entre associados para pagamento de sinistros. A expansão rápida e desordenada posterior, segundo ela, abriu caminho para a necessidade urgente de profissionalização. Letícia também chamou atenção para a responsabilidade de escolher o melhor modelo para cada organização administradora, S4, MDA ou estipulante sempre com foco no consumidor: “Nós não temos dúvida de que tudo que está sendo construído é para garantir o consumidor e a PROAUTO vai fazer o que for melhor para seus associados, colaboradores e para todo o nosso ecossistema.”

