Ao planejar uma viagem internacional, a segurança e a saúde são prioridades. Muitos viajantes se deparam com uma dúvida importante: afinal, é melhor contratar um seguro viagem ou um plano de saúde internacional? Embora ambos ofereçam cobertura para despesas médicas, eles servem a propósitos e públicos completamente diferentes. Entender essa distinção é o primeiro passo para garantir a proteção adequada.
O seguro viagem é pensado para situações de urgência e emergência durante a viagem, acidentes, doenças súbitas, hospitalização, cancelamento, extravio de bagagem, traslado médico e repatriação. Ele cobre desde imprevistos médicos até questões logísticas da jornada.
O plano de saúde internacional é uma extensão da assistência médica, com foco em consultas, exames e tratamentos recorrentes em outro país. É indicado para quem vai morar fora ou passar longos períodos no exterior. A principal diferença entre eles está no objetivo. Enquanto o seguro viagem é temporário e focado em emergências, o plano de saúde internacional é de longo prazo e abrange tanto cuidados preventivos quanto assistenciais, oferecendo uma cobertura mais ampla. O seguro viagem e o plano de saúde internacional podem parecer semelhantes à primeira vista, mas atendem a necessidades bem diferentes.
Angela Lima, gerente comercial da Hero Seguros, explica o propósito do seguro viagem em um trajeto fora do país. “O seguro viagem é um serviço temporário, contratado especificamente para o período de uma viagem, seja a lazer, estudo ou trabalho. Sua principal função é oferecer proteção em situações emergenciais, como atendimentos médicos e hospitalares de urgência, acidentes, repatriação, extravio de bagagem ou cancelamento de viagem”.
A Hero Seguros possui materiais educativos e treinamentos para agentes e corretores. A empresa investe em uma comunicação descomplicada, para explicar que seguro viagem é sobre emergências, não consultas programadas. E utiliza a tecnologia e os canais como WhatsApp, para orientar antes, durante e depois da venda, ajudando os parceiros de negócios a terem conhecimento sobre o produto.
Além disso, é essencial que corretores e viajantes conheçam as exigências de cobertura e os custos médios de atendimento médico no exterior, que podem variar amplamente de acordo com o destino.
Angela reforça que o corretor de seguros precisa avaliar o perfil do viajante, para indicar o produto mais adequado e se atentar nos detalhes sobre a duração da estadia, curta ou longa. O motivo da viagem, sendo lazer, intercâmbio ou mudança definitiva. Se o cliente necessita de cobertura ampla para emergências ou médico recorrente, as políticas relacionadas à obrigatoriedade do seguro viagem, e alinhar o custo-benefício e explicar as diferenças de cobertura.
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