Notícias | 27 de janeiro de 2022 | Fonte: CQCS

Congresso analisa vetos presidenciais a projetos de interesse do Corretor

O Congresso Nacional retoma os trabalhos na próxima quarta-feira, 02 de fevereiro, com o fim do recesso parlamentar. E, já neste início de legislatura, senadores e deputados federais deverão votar 36 vetos do presidente Jair Bolsonaro a projetos aprovados no Congresso. Uma dessas votações interessa, diretamente, aos Corretores: a que atinge o Projeto de Lei Complementar, de autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC), aprovado em dezembro pela Câmara dos Deputados, que institui um programa de renegociação de dívidas para micros e pequenas empresas no âmbito do Simples, incluindo as Corretoras de Seguros. Outro veto de interesse do mercado foi ao projeto que trata do acesso a tratamentos antineoplásicos domiciliares de uso oral por usuários de planos de saúde, texto aprovado em julho do ano passado. Ambos foram vetados no final de 2021. 

Segundo a Câmara dos Deputados, caso seja implementado, após a votação do veto presidencial, o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp) permitirá às Corretoras de Seguros, e outras empresas que aderiram ao Simples e enfrentam problemas, ter descontos sobre juros, multas e encargos proporcionalmente à queda de faturamento em plena pandemia de Covid-19, no período de março a dezembro de 2020, em comparação com o período de março a dezembro de 2019. Empresas inativas no período também poderão participar. 

Na mensagem de veto, o governo alega vício de inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público, pois o benefício fiscal implicaria em renúncia de receita, violando a Lei de Responsabilidade Fiscal. 

SAÚDE. 

O outro veto que deve ser votado em breve atinge o projeto que trata do acesso a tratamentos antineoplásicos domiciliares, aprovado pela Câmara em julho do ano passado. 

A proposta pode beneficiar mais de 50 mil pacientes com tratamento em casa, sem necessidade de internação hospitalar. 

Mas, segundo a mensagem de veto encaminhada ao Congresso, o projeto “comprometeria a sustentabilidade do mercado, criaria discrepâncias e privilegiaria pacientes acometidos por doenças oncológicas que requeiram a utilização de antineoplásicos orais”.  

Ainda de acordo com o Executivo, “o alto custo dos antineoplásicos orais” poderia comprometer a “sustentabilidade do mercado de planos privados de assistência à saúde”. 

Para rejeitar um veto é necessária a maioria absoluta de votos (ou seja, pelo menos 257 votos de deputados e 41 de senadores).

FAÇA UM COMENTÁRIO

Esta é uma área exclusiva para membros da comunidade

Faça login para interagir ou crie agora sua conta e faça parte.

FAÇA PARTE AGORA FAZER LOGIN

Valorizamos sua privacidade

O CQCS utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, personalizar conteúdos e analisar o nosso tráfego. Ao continuar navegando, você concorda com o uso dessas tecnologias, de acordo com a nossa Política de Privacidade.

Personalizar preferências de consentimento

NecessárioSempre ativo

Estes cookies são essenciais para o funcionamento adequado do site, garantindo recursos básicos de segurança e acessibilidade. Eles não armazenam nenhuma informação pessoal identificável.

Funcional

Permitem que o site lembre das suas escolhas e forneça funcionalidades aprimoradas e personalizadas, como compartilhamento em redes sociais e integração de recursos de terceiros.

Sem cookies para exibir.

Analítico

Ajudam a entender como os visitantes interagem com o site, coletando e relatando informações de forma anônima. Fornecem dados sobre número de visitantes, tempo na página e fontes de tráfego.

Desempenho

Utilizados para compreender e analisar os principais índices de desempenho do site, ajudando a proporcionar uma experiência de navegação otimizada para os usuários.

Sem cookies para exibir.

Anúncio

Usados para fornecer anúncios mais relevantes aos visitantes com base em suas navegações anteriores, além de ajudar a medir a eficácia das campanhas publicitárias.

Sem cookies para exibir.