Segue a transcrição do texto da imaAs férias movimentam planos, reservas, revisões de veículos e uma fatia importante do orçamento familiar. Um levantamento da Nexus, em parceria com o Ministério do Turismo, no verão 2025-2026, apontou que 59 milhões de brasileiros pretendiam viajar a lazer, com gasto médio previsto de R$ 2.514 por viajante e carro próprio como principal meio de transporte, escolhido por 40% dos entrevistados. Para este ano, a Pesquisa IPC Maps, estima que os gastos das famílias brasileiras com viagens cheguem a R$ 106,9 bilhões até o fim de 2026, alta de 6,6% em relação ao ano anterior.
Na organização da viagem, é comum que as famílias calculem combustível, hospedagem, alimentação, passeios e manutenção do veículo. O seguro viagem, porém, ainda costuma ficar fora das primeiras decisões, principalmente quando o destino é nacional. A falta desse cuidado pode pesar no bolso em situações como atendimento médico inesperado, necessidade odontológica, extravio, perda ou roubo de bagagem, desde que essas ocorrências estejam previstas na apólice contratada.
De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o seguro viagem tem a finalidade de garantir indenização ao segurado quando acontecem imprevistos durante o deslocamento, conforme as coberturas definidas em contrato. Em viagens internacionais, o produto deve estar vinculado, no mínimo, à cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas. A orientação vale especialmente para quem viaja com crianças, idosos, pessoas com condições de saúde que exigem acompanhamento ou famílias que pretendem passar muitos dias fora de casa.
Para Denise Soares, sócia proprietária da DLS Corretora de Seguros e corretora habilitada pela Susep, a contratação precisa acompanhar o perfil da viagem. “Antes de escolher uma apólice, é importante entender para onde a família vai, quantos dias ficará fora, quem está viajando e quais situações precisam estar cobertas. Uma viagem curta, uma viagem internacional e um roteiro com crianças têm necessidades diferentes”, explica.
A análise das coberturas também exige atenção aos limites de indenização, exclusões, regras de reembolso, canais de atendimento e documentos exigidos para acionar o seguro. O preço pode influenciar a escolha, mas não deve ser o único critério. Em alguns casos, uma apólice mais barata oferece proteção limitada justamente nos pontos que seriam mais importantes para aquele viajante.
Segundo Denise, o papel da corretora é traduzir essas informações para o consumidor antes da contratação. “Muita gente só descobre o que o seguro cobre quando precisa usar. O ideal é fazer esse entendimento antes da viagem, com orientação profissional, para evitar contratações inadequadas e dar mais tranquilidade à família”, orienta.
A DLS Corretora de Seguros funciona dentro da Autovia Fiat em Palmas e atende clientes que já estão preparando o veículo ou organizando os detalhes das férias. A presença da corretora na concessionária facilita o acesso à orientação em um momento em que revisão, deslocamento e planejamento financeiro caminham juntos. Para quem vai pegar a estrada, incluir o seguro viagem nessa etapa pode ajudar a reduzir riscos e evitar que um imprevisto comprometa dias pensados para descanso. (Precisa/IA)

