Clube dos Corretores do Rio de Janeiro recebe uma das maiores expressões do setor de seguros
Uma plateia lotada de lideranças e formadores de opinião do mercado ouviu o presidente da Porto Seguro, Jayme Garfinkel, falar, no dia 1º de julho, em encontro promovido pelo Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro, sobre o processo que resultou na união de grandes seguradoras: a própria Porto Seguro – e de sua controlada, a Azul; e a Itaú (que absorveu a Unibanco).
Ao saudar o convidado, o presidente do Clube dos Corretores, Amilcar Vianna, afirmou que Jayme Garfinkel, em razão do respeito e do ótimo relacionamento com os corretores é tido pela categoria como o “camisa 10” do mercado de seguros. “Os nossos encontros são uma oportunidade para os profissionais estarem em contato direto com lideranças expressivas do mercado. E o fato de termos tanta gente aqui mostra que acertamos ao convidar Jayme Garfinkel”, salientou Amilcar Vianna.
Além dos corretores associados, várias personalidades do mercado prestigiaram o evento, entre os quais, destacamos: os presidentes do CVG-RJ, Lúcio Marques, Aconseg-RJ, Renato Rocha, Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros (Abecor-Re), Carlos Alberto Protásio e o vice-presidente da SulAmérica, Oswaldo Mário, além do alto comando da Porto Seguro, no Rio, como a superintendente Solange Zaquem e o diretor da Azul, Roberto Santos.
Na palestra, Jayme Garfinkel explicou que o mercado do Rio de Janeiro é uma das prioridades máximas. “Nós já temos 31% de market share na carteira de automóveis. Mas, podemos avançar no estado”, assinalou. Ele disse ainda que a frota segurada pela Azul, por exemplo, já chega a 100 mil veículos no estado. Isso representa 25% a mais que os 80 mil veículos cobertos pela companhia em todo o País quando foi comprada pela Porto Seguro, em 2003.
Respondendo à pergunta feita pelo presidente da Aconseg-RJ, Renato Rocha, sobre a possibilidade da ISAR (Itaú Seguros Auto e Residência) vir à operar com as assessorias de seguros, associadas da Aconseg-RJ, Garfinkel garantiu que sim e que o início das operações deve ser dar em breve. “É mais uma questão de sistema”, informou, acrescentando:“A operação das companhias será integrada, sempre com o foco no corretor”, afirmou. No caso da Itaú, ele explicou que os sistemas utilizados pela empresa estão sendo revistos para permitir uma parceira maior com o corretor.
Antes da palestra, em conversa com a imprensa, Jayme Garfinkel, observou que o mercado brasileiro não necessita de “novas estruturas” para atender aos consumidores brasileiros. “Temos capacidade para atender a todo mundo. Não é preciso criar novas estruturas, muito menos uma seguradora estatal”, frisou.
Segundo Jayme Garfinkel, o processo de popularização do seguro é uma conseqüência natural do crescimento da economia, que “favorece todo mundo”. Jayme Garfinkel apontou ainda o aumento do consumo de seguros nas classes de menor poder aquisitivo como a grande alavanca que impulsionou o desenvolvimento do mercado nos últimos anos. “As pessoas estão comprando carros, casas e eletrodomésticos. Tudo isso precisa ser coberto pelo seguro. Não houve tanta diferença nas classes de maior poder aquisitivo”, observou.
Legenda da foto:
Da esquerda para a direita: Lúcio Marques, presidente do CVG-RJ; Carlos Alberto Protásio, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros (Abecor-Re), Jayme Garfinkel, presidente da Porto Seguro, Amílcar Vianna, presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro, Renato Rocha, presidente da Aconseg-RJ e o diretor do Clube dos Corretores do RJ, Claudio de Aboim.


