Com o crescimento do uso de pagamentos digitais, como o PIX e o recém-lançado PIX Automático, o receio e a preocupação com a segurança de objetos pessoais também aumentam neste processo. Neste cenário, a AXA no Brasil tem em seu portfólio o Bolsa Protegida, uma solução que contempla as novas necessidades da população e cobre casos de roubo ou subtração de bolsas e mochilas, incluindo proteção para os itens que estiverem dentro deles, como cartões físicos, celular, óculos, chaves (com reposição de fechaduras) e documentos como CNH e passaporte; e o Seguro PIX, voltado especificamente para transações irregulares decorrentes de situações como sequestro relâmpago, coação ou extorsão.
O Bolsa Protegida é uma porta de entrada para promover a cultura de proteção financeira, especialmente entre públicos que não têm familiaridade com seguros, segundo José Eduardo Maiorano, diretor comercial de Parcerias da AXA no Brasil. “Quando bem-posicionado, pode ser integrado a programas de relacionamento e utilizado em estratégias de fidelização que contribuem para um produto massificado, servindo como porta de entrada de uma jornada mais ampla de proteção”, afirma.
No Seguro PIX, existe um limite de cobertura definido com cada parceiro e o perfil dos seus clientes, buscando atender da melhor forma as novas necessidades da população e garantindo mais personalização e singularidade ao produto, reforça Maiorano.
Além disso, uma forte característica do Bolsa Protegida é a forma de comercialização, sendo está feita por meio do canal de parcerias, viabilizando o acesso ao seguro a uma maior fatia da população. Quanto a isso, Maiorano relata que a seguradora trabalha de mãos dadas com os corretores. “Em parceria, estamos em busca de espaços para produtos que já temos, mas também há espaço para adaptações de acordo com a necessidade do perfil do cliente do parceiro, sempre com um processo de subscrição mais simples e ágil, que permita a operação ganhar escala”, explica. “Ter nossos corretores olhando essas oportunidades ao nosso lado é superimportante”, acrescenta.
PIX Automático: bolsa protegida cobre?
Após quase cinco anos do lançamento do PIX, o Banco Central desenvolveu o PIX Automático, que permite que os pagamentos recorrentes sejam realizados automaticamente. Para isso, o pagador precisa autorizar uma vez a operação, sem precisar fazer um novo pagamento a cada nova cobrança. Esta modalidade está em vigência desde 16 de junho, mas a seguradora não atua em casos de transações via Pix Automático, a proteção aos usuários se dará em situações de perdas financeiras decorrentes de transações irregulares fruto de casos de sequestro relâmpago, coação ou extorsão. “O produto está em constante atualização, para acompanhar a evolução tecnológica dos meios de pagamento”, finalizou Maiorano.

