Com a digitalização de processos, o avanço da inteligência artificial e o surgimento de novos produtos, o corretor de seguros chega ao 12 de outubro, data em que é celebrada a regularização da profissão, em um mercado que movimentou R$ 207,12 bilhões no primeiro semestre de 2026, segundo dados da Susep. A expansão vem transformando a rotina dos profissionais responsáveis por aproximar consumidores e seguradoras e acontece em diferentes etapas do trabalho.
Cotação, acompanhamento de propostas, dúvidas sobre produtos e solicitações às empresas fazem parte do dia a dia do corretor e disputam espaço com atividades diretamente relacionadas ao desenvolvimento da carteira, como atendimento, prospecção e identificação de novas necessidades dos clientes. Nesse cenário, a experiência oferecida pelas seguradoras ao profissional passa a ter impacto direto sobre sua capacidade de trabalhar e crescer.
Isso porque a busca por uma relação mais próxima com quem está na ponta também muda a forma como produtos e serviços são desenvolvidos. Ao ouvir os profissionais sobre dificuldades, necessidades e oportunidades identificadas no contato com os clientes, as empresas de seguros podem transformar essas informações em novas soluções para a própria rotina da distribuição.
Na Azos, insurtech referência em seguro de vida que conta com mais de 13 mil corretores parceiros, essa estratégia se apoia em quatro pilares: produtos, experiência, serviço e remuneração. A ideia, segundo Rafael Cló, CEO da companhia, é combinar soluções competitivas com uma jornada mais simples para o corretor, desde a venda e aceitação até o atendimento de sinistros.
“Temos quatro pilares que sustentam nossos diferenciais competitivos: produtos de qualidade, uma experiência de vendas, aceitação e sinistros que seja simples e eficiente, um serviço diferenciado e uma remuneração atrativa para o corretor”, afirma.
Um dos caminhos para colocar essa lógica em prática é transformar a escuta dos corretores em produtos. A cobertura de Ruptura Total e Fraturas (REF), por exemplo, foi desenvolvida a partir de demandas identificadas junto aos profissionais.
Além delas, no ano passado, a companhia anunciou o lançamento de uma cobertura inédita de Invalidez Permanente Total (IPT), com critérios mais abrangentes de proteção para doenças e acidentes que deixem sequelas permanentes, mesmo sem comprometer totalmente a autonomia do segurado. As soluções aproximam as necessidades percebidas por quem está diariamente em contato com os clientes das decisões sobre as coberturas oferecidas.
A tecnologia atua em outra frente da rotina: a redução de tarefas operacionais. O copiloto, assistente de inteligência artificial desenvolvido pela Azos para apoiar os corretores, consegue liberar até 15% do tempo operacional desses profissionais, permitindo que se dediquem mais à atividade comercial e ao relacionamento com clientes. Nas categorias em que consegue executar as tarefas, a ferramenta contribuiu para reduzir em 46% as ligações para gerentes comerciais e em 32% as demandas direcionadas ao time de experiência do cliente.
“O efeito, para o corretor, é menos tempo dedicado a processos internos e mais disponibilidade para atividades diretamente ligadas ao relacionamento com a carteira”, explica Cló.
A busca por uma experiência mais simples também passa pelos momentos mais sensíveis da jornada, como a aceitação de uma proposta e o acompanhamento de um sinistro. “Nesses pontos, velocidade de resposta e clareza das informações podem fazer diferença não apenas para o profissional, mas também para a percepção do cliente sobre o seguro”, complementa.
A relação entre a empresa e corretor inclui ainda serviços e iniciativas de reconhecimento. O AZOS+, programa de relacionamento da companhia, estabelece diferentes níveis de parceria e benefícios de acordo com os critérios de cada categoria, e é o único do mercado que entrega um certificado de sócio para os corretores que chegam no nível Partner. Além de reconhecer os principais corretores da companhia, também os coloca como parte das decisões sobre os próximos caminhos do negócio.
Já o Passaporte Azos transforma a produção dos profissionais em pontos que podem ser utilizados para concorrer a uma viagem, sendo a única do mercado sem ranking e sem limite de vagas.
“Para o corretor, esse movimento representa uma oportunidade que vai além do aumento do volume de seguros comercializados, permitindo identificar novas necessidades de proteção ao longo do relacionamento com cada cliente e ampliando as possibilidades de negócio e reforçando o papel consultivo do profissional. Valorizar esse olhar é também uma forma de fortalecer o futuro da distribuição”, conclui.

