Notícias | 18 de novembro de 2024 | Fonte: CQCS l Manuella Cavalcanti

Como a tecnologia está redefinindo a saúde e o cuidado ao paciente na era das inovações?

O quarto e último painel da sala José Tourinho do segundo dia, 13 de novembro, do CQCS Insurtech & Inovação 2024 contou com a participação de Marco Antunes, vice-presidente de inteligência para Saúde na Neurotech, Glaucia Saffa, CMO da Tem Saúde, e Douglas Moreira, CTIO do Grupo Rede Mais, para falarem sobre ‘Saúde 3.0 – Como este segmento vem se reinventando e as possibilidades que o tech traz’. 

Glaucia Saffa, da Tem Saúde, contextualizou a evolução no cuidado em saúde focada no paciente. “A partir dos anos 2000, tivemos o suporte da tecnologia para melhorar a eficiência dos serviços, mas voltada, principalmente para o prestador de serviços”, falou. “Na segunda década dos anos 2000, a saúde ficou mais focada no cliente”, complementou. 

A executiva contou que os pilares da saúde 3.0 são: centralidade no paciente, tecnologia e dados, informação e colaboração. “O advento da pandemia acelerou o processo, infelizmente. Mas, a gente traz uma grande transformação de como se relacionar com a saúde. A telemedicina foi o primeiro movimento da saúde digital, posteriormente, veio a wearables e a inteligência artificial”. 

Marco Antunes, da Neurotech, comentou que acredita na tríade das inteligências artificiais, social e individual e fez a seguinte comparação: “Neil Armstrong foi o primeiro a pisar na lua dizendo que foi o passo para a humanidade. A inteligência artificial e a saúde são o mesmo passo”, disse. “A IA e a saúde vão relacionar a vida da sociedade desde que a gente considere a inteligência individual, social e artificial e saiba conciliá-las”, completou. 

Sendo o último a se apresentar, Douglas Moreira, do Grupo Rede Mais, explicou mais sobre o cenário atual do setor, os principais desafios da saúde suplementar e como a tecnologia pode ajudar. “A IA e Machine Learning para diagnósticos e personalização de tratamentos; telemedicina e teleatendimento integrados aos sistemas de seguradoras; uso da internet das coisas (IoT) e wearables para o monitoramento de saúde; blockchain para segurança e transparência dos dados; health data analytics para insights em tempo real”. 

O painel ressaltou a capacidade do setor de saúde de evoluir para um modelo mais colaborativo, onde tecnologia e dados se unem para oferecer uma assistência mais humanizada e de qualidade, transformando o conceito de “Saúde 3.0” em uma realidade crescente.

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