Notícias | 18 de agosto de 2026 | Fonte: CQCS | Livia Alves com informações do Estadão

Incêndios frequentes expõem desafios para ampliar proteção do seguro às empresas

Segundo a coluna de Antônio Penteado Mendonça no Estadão, São Paulo tem registrado um número elevado de incêndios em empresas de diferentes segmentos. Embora não seja possível afirmar se as ocorrências aumentaram ou se passaram a receber mais divulgação, o fato é que os incêndios aparecem com frequência nos noticiários.

Os incêndios, no entanto, sempre fizeram parte da história das sociedades. O fogo pode ter origem natural, acidental, decorrente de ação humana ou até mesmo criminosa. Ao longo da história, seu uso controlado foi fundamental para o desenvolvimento das civilizações, contribuindo para atividades como caça, agricultura, alimentação, conservação de alimentos, aquecimento e trabalho com metais.

Ao mesmo tempo, o fogo também se tornou um instrumento de destruição. Segundo informações do Estadão, sua capacidade de provocar grandes perdas pode ser observada tanto em conflitos históricos quanto em situações atuais, como incêndios florestais e ocorrências em áreas urbanas.

A origem de um incêndio pode estar em diferentes fatores. Raios, bitucas de cigarro descartadas de forma inadequada, queimadas de lixo e ações criminosas estão entre as possibilidades. A negligência humana também pode contribuir para o surgimento e a propagação do fogo.

É nesse contexto que o seguro de incêndio ocupa um papel relevante na proteção das empresas. Conforme informações apresentadas pelo Estadão, a legislação brasileira prevê o seguro de incêndio para pessoas jurídicas, estabelecendo a obrigatoriedade da contratação para empresas e condomínios.

Na prática, porém, nem todas as empresas possuem essa proteção. De acordo com o Estadão, a ausência do seguro pode ocorrer por diferentes motivos, desde a decisão de uma pessoa jurídica de não contratar a cobertura até a inexistência de proteção disponível no mercado para determinado risco.

Outro desafio está relacionado a locais e atividades que encontram dificuldades para obter cobertura. Comunidades carentes, por exemplo, podem sofrer incêndios de grandes proporções capazes de destruir imóveis e os bens existentes em seu interior. Há ainda atividades econômicas que não encontram seguros disponíveis e empresas que não atendem às condições mínimas exigidas para serem seguradas.

Essas situações, segundo a análise publicada no Estadão, precisam ser discutidas e enfrentadas para reduzir a exposição da sociedade às perdas provocadas pelo fogo. Os prejuízos de um incêndio podem ser expressivos, especialmente para pequenos negócios, afetando não apenas os proprietários, mas também a economia local.

Como os incêndios continuarão ocorrendo, a ampliação e o aprimoramento das garantias de seguros se tornam medidas importantes para aumentar a proteção de empresas e da sociedade diante desses riscos.

Leia a coluna completa de Antônio Penteado Mendonça no Estadão

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