Em um cenário onde a inflação médica pressiona os orçamentos corporativos, a saúde digital consolidou-se como o principal vetor da sustentabilidade financeira em 2025. Levantamento da Alper Seguros revela que sua plataforma de telemedicina, conhecida como Dr. Alper, gerou uma economia de R$ 24,8 milhões em despesas assistenciais.
O impacto direto no bottom line das empresas clientes foi dividido entre R$ 10,1 milhões economizados em taxas de pronto-socorro (PS) evitadas e R$ 14,7 milhões em internações que não ocorreram graças ao diagnóstico e monitoramento precoce via aplicativo.

“A telemedicina deixou de ser um ‘benefício acessório’ para se tornar uma ferramenta estratégica de gestão de risco. Quando evitamos que uma condição simples se agrave por falta de acesso ou que um colaborador passe horas em um pronto-socorro sem necessidade, estamos protegendo a saúde do indivíduo e a saúde financeira da companhia”, afirma Cláudio Tafla, superintendente de Gestão de Saúde da Alper Seguros.
Os dados de 2025 mostram quais setores com alta demanda por produtividade foram os que mais capturaram valor com a saúde digital:
Indústria: Líder em economia de sinistros, com destaque para os segmentos Automotivo, Máquinas e Químico.
Serviços B2B: Alta adesão em consultorias, serviços financeiros e logística.
Tecnologia: Empresas de SaaS e Fintechs, onde o perfil do colaborador prioriza a agilidade digital.
“O futuro da gestão de saúde é preventivo e data-driven. O custo evitado aos clientes de quase R$ 25 milhões prova que o investimento em tecnologia aplicada ao cuidado humano é um bom caminho para amenizar a escalada de custos assistenciais no Brasil, aliada a outras estratégias de gestão de saúde”, conclui Tafla.

