A expansão da cultura de proteção no Brasil passa pela capacidade de aproximar o seguro das necessidades reais de pessoas e empresas. Nesse cenário, o Corretor assume uma posição estratégica ao atuar não apenas na comercialização de apólices, mas também na orientação dos clientes sobre riscos, prevenção e planejamento financeiro. Para Renato Almeida, Superintendente Comercial de Grupos Econômicos e PJ da Tokio Marine, o profissional é um dos principais responsáveis por disseminar essa cultura no País.
“O Corretor é o principal agente na disseminação da cultura de proteção no País”, destaca Renato. Segundo ele, a proximidade com os clientes e o conhecimento sobre suas necessidades permitem que o Corretor identifique vulnerabilidades, apresente alternativas de proteção e ajude a tornar o seguro mais acessível e compreensível.
Na avaliação do executivo, essa atuação ultrapassa a venda de produtos. O Corretor pode assumir uma posição consultiva, auxiliando pessoas e empresas a entender os riscos aos quais estão expostas e a importância de contar com mecanismos de proteção adequados. “Mais do que comercializar apólices, o Corretor atua como um consultor”, afirma.
Um dos principais desafios para esse trabalho, ainda é a percepção do seguro como um custo, e não como um investimento em proteção. Em muitos casos, a importância da cobertura só é percebida pelo cliente após uma situação de perda ou imprevisto. Soma-se a isso a necessidade de traduzir conceitos técnicos e explicar, de forma clara, a abrangência e os benefícios das coberturas disponíveis.
Nesse processo, a seguradora também desempenha um papel importante ao oferecer ferramentas que apoiem o trabalho consultivo dos Corretores. Renato explica que a Tokio Marine investe em treinamentos, conteúdos de apoio, tecnologia e processos mais simples e ágeis, com o objetivo de permitir que os profissionais dediquem mais tempo ao relacionamento com os clientes.
A companhia também busca desenvolver produtos cada vez mais alinhados às necessidades do mercado, facilitando a compreensão das coberturas e contribuindo para o processo de conscientização sobre a importância da proteção.
Para Renato, uma das principais oportunidades para os Corretores está justamente em aprofundar o relacionamento com os Clientes e ampliar a conversa para além de uma necessidade específica. Ao conhecer o momento de vida de uma pessoa ou os desafios enfrentados por uma empresa, o
profissional pode identificar demandas que ainda não estão protegidas e propor soluções personalizadas.
Esse movimento ganha espaço à medida que novos riscos passam a fazer parte da rotina de consumidores e empresas. Eventos climáticos extremos, transformação digital, riscos cibernéticos, proteção patrimonial e continuidade dos negócios são alguns dos temas que podem ampliar o diálogo entre Corretores e clientes sobre prevenção e proteção.
“O Corretor que atua de forma consultiva agrega valor, fortalece a confiança do Cliente e cria oportunidades de novos negócios de maneira sustentável”, ressalta o executivo.

